Os CV técnicos são lidos depressa, tanto por ATS como por líderes técnicos. Destaque o impacto e uma stack clara, não uma lista de palavras da moda.
Os responsáveis técnicos procuram resultados. «Desenvolvi uma funcionalidade» é fraco. «Reduzi a latência p95 da API em 40 % adicionando uma cache Redis, servindo 2 M de pedidos/dia» é forte. Associe cada ponto a um resultado, se possível com números.
Liste com clareza linguagens, frameworks e ferramentas: uma secção de competências e o contexto em cada cargo. ATS e líderes procuram «React», «Python», «Kubernetes». Coloque primeiro a stack para que quer ser contratado.
Dimensão da equipa, escala do sistema, o que geriu de ponta a ponta. «Responsável pelo serviço de faturação (equipa de 6, 99,95 % de disponibilidade)» diz mais que uma lista de tecnologias.
Um link para GitHub, portefólio ou projeto ao vivo vale mais que adjetivos. Mantenha-o junto aos contactos e garanta que o representa.
Integre os termos relevantes nos seus pontos. ATS e recrutadores procuram exatamente estes:
Modelo recomendado: Technical ou Modern. Os modelos compatíveis com ATS do PickedCV mantêm a sua stack e impacto legíveis tanto para o analisador como para o líder, sem marca de água.
Uma página para a maioria; duas se tiver mais de 8 anos.
Sim, se mostrarem competências relevantes, sobretudo para perfis júnior.
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